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ALFREDO REBELO EXPÕE NO ESTALEIRO-MUSEU DO MONTE BRANCO
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No próximo sábado, dia 5 de abril, pelas 16H00, o Estaleiro-Museu do Monte Branco, na Torreira, recebe a inauguração da exposição de miniaturas de embarcações tradicionais em madeira do artesão Alfredo Rebelo.
No próximo sábado, dia 5 de abril, pelas 16H00, o Estaleiro-Museu do Monte Branco, na Torreira, recebe a inauguração da exposição de miniaturas de embarcações tradicionais em madeira do artesão Alfredo Rebelo.
A mostra pode ser apreciada até ao dia 29 de junho, durante o horário de funcionamento do espaço museológico e tem entrada livre.
ALFREDO REBELO
Alfredo da Silva Rebelo, nasceu a 19 de janeiro de 1972, na Béstida, na freguesia do Bunheiro, concelho da Murtosa. Fez o 5º ano no "ciclo velho" e concluiu o 6º ano na Escola de Pescas (FORMAR).
Aos 7 anos começou na apanha do moliço, com o seu avô, tendo sido ele que o ensinou a velejar. Aos 17 anos de idade foi para alto mar para a pesca do bacalhau, tendo trabalhado na pesca longínqua até aos 33 anos, altura em que passou a dedicar-se à pesca na Ria de Aveiro. Trabalhou, ainda numa empresa de transportes alimentares, como camionista.
O gosto pelas embarcações tradicionais e pela Ria de Aveiro esteve presente desde a sua infância. A paixão pelos moliceiros, levou a que, em 2019, se tornasse colaborador da empresa Terra D’Água, realizando passeios turísticos na embarcação “O Presidente”.
Atualmente é proprietário da embarcação A. Rendeiro, sendo um participante assíduo nas regatas organizadas pelo Município da Murtosa, prestando serviços marítimo-turísticos com o seu barco moliceiro.
Um problema de saúde obrigou-o, em 2016, a deixar o seu trabalho. Como forma de passar o tempo, começou a construir miniaturas de embarcações tradicionais, juntamente com o seu filho Marco Rebelo, transportando, com ele, para os pequenos barcos, o seu gosto comum pela cultura lagunar.
A habilidade natural e a vontade de querer fazer mais, levou-os a explorar outra vertente de trabalhos manuais em madeira: o artesanato decorativo.
Assim, o que começou por ser um passatempo, tornou-se uma atividade consolidada, onde pai e filho colocam todo o carinho que nutrem pela Ria de Aveiro.